Brasileiros influentes em bioenergia

Postado por: admin | Outros | terça-feira, 10 de janeiro 2012 11:33

O Brasil tem cinco pessoas entre os 100 mais influentes do mundo na área de energia. O presidente da Raízen, Vasco Dias, ocupa o terceiro lugar no ranking da Biofuels Digest. Já o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto, é o segundo brasileiro mais bem colocado, aparecendo em 21º lugar. O presidente da Unica está na 24ª posição do ranking e posteriormente está a presidente da República, Dilma Rousseff em 36º lugar. O último brasileiro mencionado é o presidente da Cosan, Marcos Lutz.

Em primeiro lugar no ranking está o secretário de Agricultura dos EUA e ex-governador de Iowa, Tom Vilsack, pelo segundo ano consecutivo.

A lista inclui personalidades de 11 países e mais de 400 pessoas receberam votos dos leitores. Segundo o editor da Biofuels Digest, Jim Lane, os leitores focaram em uma perspectiva diferente. “Este ano as votações foram canalizadas para as oportunidades de crescimento, o que proporcionou votos em organizações comerciais muito capitalizadas e de alta tecnologia, particularmente no Brasil e nos Estados Unidos”, comentou.

Fonte: http://www.energiahoje.com



Cogen forma grupo de trabalho para inserir energia solar na matriz energética

Postado por: admin | Outros | terça-feira, 13 de dezembro 2011 10:58

Resultados dos estudos serão apresentados ao MME e à Aneel no primeiro trimestre de 2012

Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Notícia Exclusiva

A Associação da Indústria de Cogeração de Energia formou um grupo de trabalho com 15 associados com forte interesse na energia solar para estudar sua inserção na matriz energética brasileira. De acordo com Carlos Roberto Silvestrin, presidente da Cogen, o grupo vai analisar os pontos críticos da regulamentação, que precisam ser ajustados para que a fonte possa de fato ser inserida na matriz energética.

“Nós vamos estudar os pontos críticos da regulamentação para fazer um marco regulatório, seja para a solar fotovoltaica, seja para a concentrada, porque o potencial existe e a tecnologia está disponível”, contou Silvestrin em entrevista à Agência CanalEnergia. Segundo ele, o resultado desse estudo será apresentado ao Ministério de Minas e Energia e à Agência Nacional de Energia Elétrica no primeiro trimestre do ano que vem.

Silvestrin disse ainda que existe um mapa solar feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais que mostra quais as regiões do país que tem a maior irradiação. “Temos a imagem de que a energia solar está só no Nordeste, mas no Sudeste também temos áreas muito propícias para a utilização da energia solar”, comentou.

Fonte: http://www.canalenergia.com.br



Gerador de silício transforma calor de processadores em eletricidade

Postado por: admin | Outros | segunda-feira, 5 de dezembro 2011 12:57

Redação do Site Inovação Tecnológica – 01/12/2011

Efeito termoelétrico com silício

A busca por soluções para o elevado calor dissipado pelos processadores está produzindo resultados cada vez criativos.

Apenas nos últimos dias, foi apresentada uma técnica que usa “metal líquido” para alimentar e retirar calor dos chips e outra capaz de usar o calor dos processadores para produzir frio.

Agora, pesquisadores de Cingapura usaram o calor dissipado por um processador para gerar eletricidade, que pode ser usada para “auto-alimentar” o próprio circuito.

O minúsculo gerador de estado sólido usa nanofios de silício para coletar o calor e produzir eletricidade por meio do efeito termoelétrico.

A ideia não é nova, mas até agora ninguém havia tido sucesso porque os materiais termoelétricos não são compatíveis com a tecnologia CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductors), usada para fabricar os processadores.

Nanofios de silício

Frente a essa dificuldade, Navab Singh e seus colegas da Universidade de Cingapura voltaram sua atenção para o próprio silício, que até agora não havia dado sinais promissores quanto aos seus dotes termoelétricos.

Singh e seus colegas descobriram que, enquanto o silício bruto não é bom para a tarefa, tudo muda quando ele é transformado em nanofios.

“Nanofios de silício têm propriedades termoelétricas muito melhores do que seu material-pai porque eles têm uma condutividade termal muito mais baixa,” explicou ele.

Os pesquisadores construíram seu gerador termoelétrico conectando duas placas de metal com “pernas” feitas alternadamente de aglomerados de nanofios de silício de tipo negativo (no qual elétrons em excesso transportam as cargas), e aglomerados de nanofios de silício de tipo positivo (no qual as cargas são representadas pelas lacunas, ou ausências de elétrons). (mais…)

Atmosferas Explosivas – Novidades no Manual de Bolso

Postado por: admin | Sem categoria | quarta-feira, 23 de novembro 2011 17:30

A Associação Brasileira para Prevenção de Explosões – ABPEx tem a satisfação de comunicar que o Manual de Bolso de Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas, pequena bíblia que fala tudo sobre áreas classificadas pela presença de produtos inflamáveis ou combustíveis na forma de gases, vapores, poeiras e fibras, que inclui as principais informações e dicas pertinentes ao assunto, atendendo aos anseios dos profissionais que lidam com estas instalações, agora está disponível na internet, no site www.project-explo.com.br, tanto para consulta como para download por quaisquer interessados.

Este manual é revisado anualmente, face ás constantes atualizações tecnológicas e normativas geradas continuamente pela ABNT/Cobei, bem como pela introdução de assuntos relacionados, como eletrostática, a regularização das instalações exigida pela NR-10, a certificação de profissionais, estando prevista a próxima edição do mesmo (5ª) para março/abril de 2012.

Todos os assuntos descritos neste manual, são detalhados nos diferentes programas de treinamento direcionados à projetistas, montadores, técnicos de manutenção, de segurança, inspetores, e estão disponíveis a nível Brasil e América do Sul, conforme calendário de cursos acessível no mesmo site, ou para apresentação “in-company”, mediante consulta, conforme necessidades das empresas interessadas.

Tendo em vista o impacto do tema nos assuntos relacionados à legislação, segurança, meio ambiente e seguros, a ABPEx está organizando, para agosto de 2012, o 1º Fórum Brasileiro sobre Atmosferas Explosivas e Seguros.

Fonte: http://www.paintshow.com.br



Máquina de exercícios transforma movimento em eletricidade

Postado por: admin | Sem categoria | quarta-feira, 16 de novembro 2011 16:18

Imagine poder queimar calorias e ainda ajudar a produzir eletricidade para sua cidade? Essa é a intenção do Green Wheel, conceito do designer Nadim Inaty. O projeto consiste em uma máquina de exercícios, semelhante a uma esteira elétrica, que converte a energia cinética produzida pelos corredores em eletricidade.

De acordo com Inaty, que teve seu projeto selecionado para Creative Diary (concurso que oferece bolsas de estudo para o prestigiado Istituto Europeo di Design), há uma enorme falta de conhecimento na sociedade sobre a quantidade de energia que consumimos e o que é necessário para produzi-la. “Temos uma necessidade urgente de educar o cidadão sobre as possibilidades de fontes de energia mais sustentáveis”, diz.

Ainda segundo o autor do projeto, o Green Wheel poderá ser instalado em áreas públicas e as pessoas poderão ser incentivadas a doar seu momento de exercício por uma causa nobre. Diversas máquinas estarão conectadas a uma central de armazenamento, que irá fornecer a energia gerada para a iluminação pública e semáforos da cidade.

Segundo Inaty, cada 30 minutos de corrida no Green Wheel poderá gerar 120 Watts de energia o suficiente para manter uma lâmpada fluorescente acesa por cinco horas, carregar 12 vezes um celular, ligar um notebook por duas horas e um desktop por uma hora.

Mais do que apenas produzir energia, o designer conta que pretende fazer do projeto “uma campanha de conscientização permanente e uma ferramenta de marketing para uma forma de pensar verde sobre a nossa abordagem para uma cidade sustentável”.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br



Emissão global de CO2 aumentará em 20% devido ao uso de energia, diz AIE

Postado por: admin | Sem categoria | quarta-feira, 9 de novembro 2011 13:06

Agência Internacional de Energia prega menor uso de combustíveis fósseis.
Relatório divulgado nesta quarta-feira faz panorama global até 2035.

Do Globo Natureza, em São Paulo

Relatório publicado nesta quarta-feira (9) pela Agência Internacional de Energia aponta que a demanda mundial por consumo de energia deverá aumentar em um terço nos próximos 25 anos e aponta que se o crescimento ocorrer com uso intenso de combustíveis fósseis, as emissões de CO2 aumentariam em 20%.

Esta trajetória proporcionaria o aumento da temperatura global em 3,5 ºC acima dos níveis pré-industriais a longo prazo, de acordo com o documento.

A AIE informou que se não houver uma corajosa e rápida mudança política (a agência estipula 2017 como data limite para que medidas importantes aconteçam), como a redução no uso de combustíveis fósseis e investimentos para melhorias na eficiência energética, o mundo caminhará em uma rota ainda mais perigosa, “que levará a um aumento da temperatura de 6ºC ou mais”.

A agência aponta que em 2035 a China será o principal consumidor de energia, utilizando 70% a mais de recursos que os Estados Unidos, segundo no ranking de consumo. Entretanto, o ritmo de crescimento da potência asiática seria menor ao de países em desenvolvimento como o Brasil e a Índia.

Energia renovável

Estimativa de investimentos entre 2011 e 2035 na distribuição mundial de energia, que fortaleceria a eficiência energética e diminuiria investimentos em usinas e no uso de petróleo, estaria em torno de US$ 38 bilhões.

O estudo prevê ainda uma pequena redução, de 81% para 75%, no uso de combustíveis fósseis no mundo em 2035 e afirma que haverá aumento de investimentos nas energias renováveis.

A capacidade mundial sairia dos atuais 13% para 18%, custeado por subsídios de governos que aumentaria de US$ 64 bilhões, em 2010, para US$ 250 bilhões em 25 anos. Apesar do esforço, o valor é muito mais baixo ao que foi subsidiado para a produção de petróleo em 2010 (US$ 409 bilhões). (mais…)

Alemanha inaugura usina híbrida com tecnologia eólica e de hidrogênio

Postado por: admin | Sem categoria | quarta-feira, 26 de outubro 2011 17:10

Instalação de geração de energia renovável é a primeira do tipo no mundo.
Armazenamento de hidrogênio permite fornecimento mesmo sem vento.

Foi inaugurada nesta terça-feira (25) em Prenzlau, no leste da Alemanha, a primeira usina híbrida de energia eólica e de hidrogênio no mundo.

A vantagem dessa instalação é que, quando há muito vento, ela produz hidogênio que é armazenado para quando a velocidade do ar diminuir.

Assim, fica garantida uma capacidade estável de fornecimento de energia, o que apenas uma turbina eólica não pode assegurar, já que depende das condições meteorológicas para produzir mais ou menos eletricidade.

A Alemanha pretende que, até 2050, 80% de sua matriz energética seja renovável, reduzindo em especial o uso de energia nuclear e termoelétrica a carvão.

A nova usina, por enquanto, é um projeto-piloto que não funciona comercialmente. A ideia é usá-la para melhorar essa tecnologia a ponto de torná-la viável economicamente. Sua capacidade é de 6 Megawatt.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza



Concessionárias de energia investem em redes inteligentes

Postado por: admin | Outros | quinta-feira, 20 de outubro 2011 13:40

Segundo consultoria, gastos com melhoria de desempenho, integração e automatização devem ultrapassar R$ 4 bilhões até 2013

Por: Bruna Bessi

Preocupadas em reduzir picos e despesas com falhas na rede elétrica, companhias de energia de todo o Brasil aumentaram seus investimentos em tecnologia. Empresas como Eletropaulo e Copel desenvolveram projetos pilotos, em São Paulo e no Paraná, voltados para Smart Grid (redes inteligentes, em inglês), sistema computacional que promove integração, melhora do desempenho e automatização dos processos relacionados à energia. Consultorias especializadas no setor, como a Ecoee, acreditam que os investimentos para o novo sistema elétrico do País deverão ultrapassar R$ 4 bilhões até 2013.

Com a implantação de tecnologias em Smart Grid é possível controlar, detectar e reparar automaticamente falhas na rede elétrica. Além de medir com precisão o consumo de energia e informar ao usuário detalhes de seus gastos. Outro benefício dessa tecnologia é uma melhor aplicação das cobranças no setor elétrico, já que há a possibilidade de estabelecer uma tarifa flexível, com um preço mais atrativo fora dos horários de pico. Para que tais mudanças ocorram será preciso investir, entre outros aspectos, na área de telecomunicações, garantindo a transferência de um elevado volume de dados.

A integração para o novo sistema ainda é um processo em desenvolvimento no País e o consumidor perceberá as transformações de maneira gradual. Uma das mudanças em fase de implantação é a troca dos medidores de energia eletromecânicos, encontrados na maioria das casas hoje, pelos eletrônicos. Atualmente, existem cerca de 65 milhões de medidores no Brasil. Para substituí-los é preciso desenvolver uma plataforma de automação da rede elétrica, melhorar o sistema de telecomunicações e sensoriamento (para a detecção de falhas).

Em outubro, a Light, companhia de energia do Rio de Janeiro, e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) assinaram um acordo de parceria para desenvolver um projeto de pesquisa e desenvolvimento na área de redes inteligentes. Serão investidos R$ 65 milhões, sendo que a Light vai entrar com R$ 35 milhões. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) também auxiliará nos projetos das companhias e será responsável, no caso da Light, por tratar de soluções para o monitoramento e supervisão da rede, além do desenvolvimento dos software necessários. (mais…)

Rio+20 deve priorizar criação de metas para uso de energias limpas

Postado por: admin | Outros | quinta-feira, 13 de outubro 2011 18:46

‘Brasil deve ser líder ambiental’, diz ex-ministro francês do Meio Ambiente.
Governo elaborará até novembro uma posição interministerial do encontro.

Do Globo Natureza, com informações da Agência Estado

Os organizadores da Rio+20, encontro que deve acontecer em 2012 no Rio de Janeiro, pretendem estabelecer metas inéditas para estimular a produção de energia renovável e reduzir pela metade o consumo de outras fontes até 2030.

Será apresentada uma lista de propostas para o desenvolvimento sustentável que devem ser adotadas pelos países participantes – no mesmo modelo das Metas do Milênio.

“É hora de criar um plano de ação. Na Eco-92, debatemos os princípios. Agora, vamos agir”, disse o coordenador executivo da conferência, Brice Lalonde.

Ex-ministro do Meio Ambiente da França, Lalonde prevê acordos de cooperação técnica e financeira entre governos e investidores para difundir equipamentos de produção de energia limpa. O objetivo é dobrar a parcela representada por fontes renováveis na matriz energética e acelerar o ritmo de redução do consumo de energia no planeta. (mais…)

Brasil vai gerar energia elétrica com etanol na Antártida

Postado por: admin | Outros | sexta-feira, 7 de outubro 2011 16:58

Estação de pesquisas substituirá diesel mineral por etanol hidratado.

Projeto tem apoio da Petrobras e da Vale Soluções em Energia.

O Brasil será o primeiro país a ter energia elétrica gerada tendo como matéria-prima o etanol no continente antártico. A partir de novembro, a Estação Antártica Comandante Ferraz vai substituir o diesel mineral por etanol hidratado na produção de eletricidade.

A iniciativa conta com investimentos de R$ 2,5 milhões vindos de parceria entre a Petrobras Biocombustível, Vale Soluções em Energia (VSE) e pela Marinha do Brasil.

De acordo com o diretor de etanol da Petrobras Biocombustível, Ricardo Castello Branco, a iniciativa abre a expectativa de criação de um novo campo de uso para o etanol brasileiro na produção de energia elétrica, além de possuir um forte efeito simbólico. “Queremos desenvolver na geração de energia elétrica limpa o mesmo conhecimento e competência que temos na área de etanol combustível”, disse Castello Branco.

O executivo explica que, a partir de novembro, será realizado um teste na estação Antártica que deve durar um ano, para que a utilização de etanol sob condições climáticas extremas seja analisada. O teste deve consumir 350 mil litros de etanol hidratado, que serão disponibilizados pela Petrobras, assim como o transporte até a estação. “Desenvolvemos tanques especiais para levar o etanol até lá, construídos sobre trenós para que ele deslize sobre o gelo”, explica.

Novo mercado
Segundo o executivo, a utilização de etanol para geração de eletricidade pode ser um mercado importante no médio prazo. “Veja a necessidade de energia do Japão, por exemplo. Grandes geradores que funcionem a partir de etanol poderiam suprir parte dessa demanda”, disse.

Parceira do empreendimento, a Vale Soluções em Energia (VSE), de São José dos Campos (SP) produziu o gerador, com capacidade de 250 quilowatts. Segundo o presidente da VSE, James Pessoa, esse volume de energia é suficiente para abastecer e iluminar toda a estação de pesquisa na Antártica. A VSE é uma parceria entre a Vale (que detém 53% da empresa) e o BNDESPar (dono dos outros 47%), que investe em pesquisa, desenvolvimento e produção de sistemas de geração sustentável.

Pessoa explica que a VSE desenvolveu o gerador que opera com etanol hidratado para geração de energia. “Ao contrário do motor que desenvolvemos para ônibus coletivos que estão sendo testados em São Paulo, o gerador da Antártica não precisa de um aditivo extra e funciona apenas com o etanol hidratado puro”, disse.

A VSE também construiu geradores para a Amazonas Energia, da Eletrobras, para produzir energia elétrica na Amazônia de forma mais limpa e reduzir a utilização de diesel na região.

Em 2012, a presença brasileira na Antártica completará 30 anos, e a expectativa é de que toda a eletricidade gerada durante a cerimônia que será realizada venha do etanol. Uma das prioridades do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) é a qualidade ambiental das operações do Brasil na Antártica.

Por meio desse programa, gerenciado pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), o Brasil realiza estudos sobre os impactos do aumento da concentração de gases de efeito estufa no planeta, além de pesquisas científicas sobre os fenômenos que ocorrem no continente.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza



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